Em 1969, Alberto Martins e Celso Cruzeiro encabeçavam a lista candidata aos corpos gerentes da Associação Académica de Coimbra patrocinada pelo Conselho das Repúblicas (CR). A vitória foi esmagadora e bem se pode dizer que o fascismo serôdio começou aí a caminhada para o derrube final em 1974. - Direcção Geral: além dos citados, José Salvador, José Gil, Matos Pereira, Fernanda Bernarda e Osvaldo Castro;
- Assembleia Geral: Décio Sousa, Joaquim Gil, Silva Pinto e Fátima Saraiva;
Não fosse o diabo tecê-as, havia uma lista substituta, de que faziam parte Américo Borges, Augusto Leitão, Bento Machado, Emídio Viegas, Palma Dias, José Miguens, Manuel Lacerda, José Ferreira, Strecht Monteiro, Rui Lobo, Rui Pato, Custódio Arroja, Redondo Lopes e Virgílio Pimenta.

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- O bem documentado programa da lista do CR incluía 9 cadernos, sob o título "Para uma Universidade Nova". Tal como ao caderno, guardo o programa religiosamente.
- Sobre a crise académica de 69, Celso Cruzeiro publicou "Coimbra, 1969", Edições Afrontamento, 1989, que também guardo religiosamente. Sou muito crente.








O "Bando dos quatro", como foi denominado, preocupava as autoridades, por se enquadrarem no perfil de delinquentes que passam rapidamente para um patamar superior de violência.



